Quando o eosinófilo está aumentado na Asma Grave: O que devemos estar atentos?

Autores

  • Nadja Polisseni Graça

DOI:

https://doi.org/10.63483/rp.v34i1.304

Palavras-chave:

Asma eosinofílica, Granulomatose eosinofílica com poliangeíte, Aspergilose broncopulmonar alérgica

Resumo

A asma grave fenótipo eosinofílico é uma apresentação bem conhecida e estudada, está associado à inflamação do tipo 2 (T2) e costuma se responsiva a terapias biológicas direcionadas. Entretanto, a presença de eosinofilia persistente superior a 1.000 células/μL exige investigação diagnóstica, uma vez que diversas doenças sistêmicas podem mimetizar ou coexistir com a asma. Este capítulo revisa os mecanismos de ativação eosinofílica pelas vias T2 e não-T2, destaca a influência dos corticosteroides na interpretação da eosinofilia e descreve uma abordagem sistematizada para avaliação diagnóstica. São discutidos os principais diagnósticos diferenciais, incluindo granulomatose eosinofílica com poliangiite (GEPA), aspergilose broncopulmonar alérgica (ABPA) e síndrome hipereosinofílica entre outros. A integração de anamnese dirigida, exame físico detalhado e exames complementares laboratoriais e de imagem é fundamental para identificação precoce dessas condições. O reconhecimento adequado da eosinofilia no contexto da asma grave impacta diretamente no manejo clínico e na escolha terapêutica.

Biografia do Autor

Nadja Polisseni Graça

Coordenadora do Ambulatório de Doenças Intersticiais Pulmonares – UFRJ.

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Publicado

2026-02-12

Como Citar

Graça, N. P. (2026). Quando o eosinófilo está aumentado na Asma Grave: O que devemos estar atentos?. Revista Pulmão, 34(1). https://doi.org/10.63483/rp.v34i1.304

Edição

Seção

Artigos