Imunobiológicos na asma grave: - presente e perspectivas futuras

Autores

  • Alexandre Pinto Cardoso
  • José Elabras Filho

DOI:

https://doi.org/10.63483/rp.v34i1.303

Palavras-chave:

Asma Grave, Imunobiológicos

Resumo

A asma é considerada grave se continuar não controlada apesar da terapêutica convencional ótima, caracterizada por um mau controle dos sintomas, exacerbações frequentes e aumento da exposição a corticosteróides sistémicos. Isto tem um impacto significativo na morbimortalidade e na utilização dos recursos de saúde. Os recentes avanços na compreensão da heterogeneidade da asma e da imunopatogênese têm ajudado a delinear a terapia de precisão da doença. A descoberta destas vias levou ao desenvolvimento de terapias biológicas altamente eficazes. Os biológicos para asma atualmente disponíveis visam imunoglobulina E, interleucina (IL)-5/IL-5Rα, IL- 4Rα e linfopoietina estromal tímica. A identificação de fenótipos específicos de asma, utilizando biomarcadores facilmente mensuráveis, abriu caminho para o manejo personalizado e preciso da asma. As terapias biológicas desempenham um papel significativo na redução das exacerbações, hospitalizações e na necessidade de manutenção de esteróides sistêmicos, melhorando também a qualidade de vida em pacientes com asma grave. Vários estudos nos dizem que vamos viver uma nova era.

Biografia do Autor

Alexandre Pinto Cardoso

1 MD/PhD Integrante do Programa de Asma Grave IDT UFRJ ;Diretor do Instituto de Doenças do Tórax IDT /UFRJ

José Elabras Filho

2 Professor Associado de Imunologia Clínica da FM- UFRJ ; Médica Pneumologista do IDT/UFRJ

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Publicado

2026-02-12

Como Citar

Cardoso, A. P., & Filho, J. E. (2026). Imunobiológicos na asma grave: - presente e perspectivas futuras. Revista Pulmão, 34(1). https://doi.org/10.63483/rp.v34i1.303

Edição

Seção

Artigos